domingo, 31 de maio de 2009

O que é que me passou pela cabeça

para fazer a troca de vestuário a poucos dias de um exame?!

Hot in the city

Estou a entrar na fase do "já não aguento mais!"
E isto ainda só está a começar...

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Já é qualquer coisa

Aprendi hoje a trabalhar com o bicho!

Jantar de turma

Hoje tive o meu último jantar de subturma.
Foi estranho saber que nunca mais vamos estar assim reunidos. E não porque é assim mesmo, porque tem de ser, não por falta de vontade, mas porque cada um passa a seguir o seu rumo e cada vez mais nos vamos distanciar uns dos outros...
E apesar não os ter seguido a todos para a nossa tão conhecida festa da cerveja (isto de já trabalhar tem estas coisas...), gostei muito!

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Puff...

Com demasiada facilidade a imagem que temos de uma pessoa muda radicalmente.

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Studying... do not disturb! contagem decrescente

O fim de semana verde foi só um cheirinho do que se vai seguir.
A contagem decrescente já começou e parece-me seguro dizer que de 4 passaram a 3 cadeiras!
O stress e a pressão já dão de si, mas também dêm-me um desconto... É para acabar!
O mau feitio ataca tudo o que está na minha direcção, mas não é por mal... Ao menos tenho o bom senso de me fechar em casa a estudar e viver num mundinho à parte, sem Segundas, Terças, sem Sábados nem Domingos, só dias até ao exame contados a rigor.
É o último ano, são as últimas cadeiras, os últimos exames e por isso também o último grande esforço para correr tudo como planeado.
Para os já me viram nesta altura, agradeço a paciência de sempre, para os que não, um conselho... back off!

terça-feira, 26 de maio de 2009

Anger Issues

O meu nome é Carolina e tenho raiva.
No outro dia o meu despertador não tocou, assim que acordei bati com ele em todo o lado. Só me dei conta que furei a mão (com as patas do despertador) quando vi sangue no braço. A dor só se sentiu quando fui desinfectar a ferida.
No dia da minha simulação, em pleno julgamento um colega (daqueles que passo a vida a queixar-me) com quem estava a partilhar o lugar de autor decidiu ocupar espaço a mais, depois de o chamar à atenção demasiadas vezes acabou a perturbou-me de tal forma o espírito que, em plenas alegações finais do dito cujo, decidi eu ocupar espaço a mais e tapar-lhe os apontamentos.
Já se passaram mais uns quantos episódios que não cabem aqui referir, e a questão é:
estarei mesmo a ter ataques de fúria e a ser assim tão intorelante?

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Direito do Ambiente

Passei o fim de semana INTEIRO a estudar Ambiente.
Lembram-se do meu "estimado" professor (rsrs)? É a cadeira dele. Por isso este semestre não lhe dei motivos para notas de consolação (nas outras cadeiras também não, mas adiante). O que era obrigatório era fazer ou 3 tarefas, ou um trabalho e a simulação. Fiz 4 posts na secção de imprensa, 4 tarefas, o trabalho e a simulação: quero o 16!
A verdade é que esta podia ter sido uma cadeira muito engraçada e... não foi.
6h30 da manhã, tudo feito e preparado, vamos a ver no que dá...
A única coisa certa é que hoje não tenho sonhos cor-de-rosa mas VERDES.

domingo, 24 de maio de 2009

Dentista...

...desde pequena que fujo a este nome.
Ando a evitar mas vai ter mesmo de ser...
O meu mais recente siso não me está a dar muitas alternativas.

sábado, 23 de maio de 2009

terça-feira, 19 de maio de 2009

Bênção das Fitas

Depois de tanto ansiar... CHEGOU o meu dia!
Andei de fitas na mão muito orgulhosa do caminho percorrido!
Consigo olhar para trás e lembrar-me de tudo! Do dia em que soube que tinha entrado na faculdade, triste porque não tinha entrado em psicologia... mal sabia eu o que me esperava! Sem expectativas nenhumas lá fui para as aulas, e, em muito pouco tempo senti que tinha sido feita para aquilo. Apaixonei-me pelo curso e não conseguia já imaginar-me a fazer qualquer outra coisa da vida. O Direito consumiu-me por completo, se há amores à primeira vista, este foi o meu primeiro!

Tive duas fases na minha vida académica, Coimbra e Lisboa.

Apesar de algumas asneiras não consigo olhar para trás com arrependimento, o que vivi em Coimbra é inexplicável. Foi bom demais para me poder lamentar do que quer que seja. Tantas amizades, tantos lugares, tanta experiência... como posso desejar que não tivesse acontecido? Sim, se tivesse sido mais responsável poderia já ser uma advogada, mas para isso tinha de abdicar de tudo o que passei? Não, obrigada!
Sair de lá foi das coisas que mais me custou na vida, quando atravessei o rio Mondego com o carro cheio de coisas para a mudança não consegui controlar-me, e quando cheguei a Lisboa os olhos estavam inchados de tanto chorar. Sabia que tinha de ser, sabia que era para o meu bem. Mas só conseguia pensar no que deixaria de ter, os meus amigos estavam agora a quilómetros de distância, não poderia mais usar o traje com a mesma pujança, não poderia mais ouvir as serenatas, não podia mais fazer parte do que era meu, do que conquistei.
Não sabia outros caminhos senão os da minha Coimbra, já a conhecia como a palma da minha mão, ela sugou-me, passei a ser dela sem direito a escolha. E agora?
Fiz asneira, desperdicei a oportunidade de estar onde me sentia bem, todas aquelas pessoas, todos aqueles lugares eram já a minha casa. E falhei. Falhei para com os meus pais, mas falhei principalmente comigo mesma.

Vim para Lisboa com uma missão, sabia bem o que queria. Já chegava de boa vida, era altura de trabalhar e lutar pelos meus objectivos!
Logo no primeiro dia percebi a diferença abismal entre as duas faculdades, entre as duas cidades. Em Lisboa é cada um por si, não há cá ambiente académico nem capas negras para ninguém. Era exactamente o que eu precisava, de recuperar a disciplina... e assim foi!
Nem por isso deixei de fazer boas amizades e sólidas, felizmente estive sempre bem rodeada!
Depois de muito transpirar consegui fazer cadeira atrás de cadeira, e lembro-me do trabalho que todas elas exigiram!

Hoje tenho a sensação de dever cumprido, fiz o que tinha a fazer, voltei a ser a menina responsável que sabe e consegue fazer tudo com peso e medida, sem desequilíbrios.
E tenho de agradecer a toda a minha família pelo apoio, a todos os amigos que me deram a força que eu tanto precisava, aos colegas que me souberam ajudar, e principalmente à minha querida mãe, que soube dar-me uma segunda oportunidade e desculpar-me atitudes e comportamentos que tive, só graças a ela posso daqui a 4 cadeiras dizer que ACABEI!

domingo, 17 de maio de 2009

terça-feira, 12 de maio de 2009

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Me and you and everyone we know

Viciada nos testes tontos do facebook, lá fui fazer mais um que me pareceu engraçado, "que filme fofinho és?" e o resultado foi Me and you and everyone we know. Como não conhecia fui ver o trailer agora é lixado! Fiquei encantada com o pouco que vi e quero vê-lo todo! O problema é arranjá-lo...



Não parece giro?

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Não prometo!

Tudo bem, eu nunca fiz nenhuma das barbaridades anteriores, mas esta... hum... não prometo!

O copinho de leite

Chegada à capital a prioridade era: tratar do meu copinho de leite!
Já está! A chave foi entregue hoje, agora só peço para que a minha maquinazinha não esteja muito mal para eu a ter em breve.
O problema é que meti na cabeça que já não sei conduzir em Lisboa, e depois de ser gozada por querer aulas de treino mostram-me este vídeo...



Agora digam-me que eu não tenho razões para ser cautelosa e tirar as aulas?!

Fim de semana a casa


Este mês tem sido agitado, e ainda bem! Depois de Itália, fim de semana em casa!
Recebemos o Espírito Santo, para quem não conhece, é a altura do ano em que se organiza uma enorme festa para receber o Sr. padre, as saloias e os festeiros que vêm nos benzer a casa. E este ano, fomos os festeiros... não imaginam a trabalheira!
Papaito ofereceu a passagem e lá fui eu ajudar mamãe com os preparativos. Eram muitos os planos e pouquíssimo tempo para fazer tudo, o treino de bicicleta ficou adiado (outras histórias) e estive de um lado para outro dividida entre dar assistência à mãe e entregar as fitas a toda a gente. Mas o mais importante foi conseguido, matei saudades da minha buzica (que está a deixar de ser assim tão buzica) e passei tempo de qualidade com a famelga!
Quando sinto o cheiro da maresia, quando me deito com o barulho do mar, quando me passeio por aquelas estradas e vejo a paisagem que nem todos se podem gabar, quando vou ao café com os mesmo de sempre, quando olho para a casa da avó Amélia é como se nenhum dia tivesse passado e eu nunca tinha saído de lá.
Tudo parece suficiente.